
Num ato de magia ou de poesia
Num passado recente,
Quando você distraída, estava a minha frente.
Num passe de mágica,
Tornei-a num repente eterna e estática...
Simplesmente pôr eu ter tido naquele momento,
Uma simples maquina fotográfica felizmente!
E o tempo passou,
E o mundo girou...
Nossos caminhos se separaram...
E de tudo o que fomos nós, pouco restou!
Das lembranças. Que ficaram; ficaram todas magnetizadas de fato, na sutil mensagem silenciosamente revelada neste seu retrato.
Sempre então que esfaimado de saudades, eu procure o prazer do conforto
de tê-la mesmo que hipoteticamente ao meu lado, num ato de magia ou de poesia, basta-me simplesmente: ter a mão esta sua fotografia e um pouco de imaginação...
Para acreditá-la presente mesmo quando ausente no meu dia a dia!
MOVA 16/09/1985
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